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Saiba se vale a pena comprar novos consoles ou investir em PCs



Com o anúncio do Xbox One, realizado na última terça-feira, 21, começa oficialmente a competição entre Sony, Microsoft e a Nintendo pelo mercado de consoles da nova geração. As empresas apostam em gráficos melhorados e novos recursos de jogabilidade, mas será que vale a pena apostar em uma nova plataforma exclusiva para jogos, ou é melhor turbinar o seu PC para rodar da melhor forma possível os novos jogos que estão por vir?

A grande vantagem que os consoles tem sobre o PC são seus jogos exclusivos. O Wii U, por exemplo, sempre contará com as franquias Mario e Zelda, enquanto a Sony tem God of War, Uncharted e Gran Turismo. A Microsoft também conta com Halo, Gears of War e Forza Motorsport e promete novas franquias exclusivas.

Estes nomes são grandes apostas das companhias para convencer seus consoles, mas não são os únicos recursos. Há ferramentas que só são possíveis em um videogame, como plataforma voltada exclusivamente para jogos. Os sensores de movimento e até mesmo o tablet do Wii U são experiêncais que dificilmente serão replicadas em um computador.

O console também costuma ser mais barato do que um computador para jogos. Isso porque as empresas tendem a vender o aparelho com um leve subsídio, com o objetivo recuperar este investimento com a venda de jogos, já que parte da renda é destinada à fabricante. Além disso, um hardware equivalente entre um PC e um console normalmente significa um melhor desempenho para os videogames, já que se trata de uma plataforma especializada. Desta forma, é possível ter gráficos e fluidez maior, com custo um pouco menor.

Entretanto, os usuários do PC, principalmente aqui no Brasil, podem se beneficiar, e muito, de jogos bem mais baratos. Um lançamento para consoles, no Brasil, custa entre R$ 150 e R$ 200. Já um computador com Windows poderá adquirir legalmente seus jogos por no máximo R$ 120 pelo Steam, já na data de lançamento, com opção de download prévio e ativação na data prevista. Entretanto, a maioria dos grandes jogos “triplo A” são lançados por até R$ 100 e, às vezes, até por R$ 80.

Isso sem contar nas promoções e cortes de preço que os games para PC sofrem. O Steam é famoso pela suas grandes promoções, que chegam a cortar em até 75% o custo de grandes jogos lançados há menos de um ano. É comum encontrar jogadores que nem jogaram todos os seus jogos, já que adquiriram vários durante períodos de ofertas e ainda não tiveram como dar atenção a todos. Já os jogos para console dificilmente vêem promoções parecidas. E o corte de preço é bem mais lento.


Mas eu compro um super-PC ou um novo console?



Se você é um jogador hardcore e exige sempre a melhor qualidade gráfica, independente do preço que isso pode ter para o seu bolso, certamente o PC é a melhor opção. Desta forma, você pode optar pela melhor combinação de placa-mãe, processador, placa de vídeo, memória, HD e fonte para rodar os games sempre na melhor resolução. Prepare-se para pagar, no mínimo cerca de R$ 3 mil por isso comprando e montando peça por peça, mas lembre-se de que pode recuperar uma parte disso com jogos mais baratos.


Se os gráficos são importantes, mas não são a única coisa que você procura em um jogo, é importante pesar o que é melhor para você. Há alguma franquia exclusiva para consoles que você goste muito a ponto de comprar o produto só para poder jogar aquele game específico? Se sim, não há dúvidas: escolha seu videogame preferido. Controles de movimento ou recursos diferentes como o tablet do Wii U o atraem?

Novamente: console. Se você adora jogos independentes, no entanto, o PC é mais recomendado, já que é uma plataforma totalmente aberta. Se você costuma comprar muitos jogos, com frequência alta, um computador gamer também é o mais indicado.

Ainda não se sabem com precisão os preços oficiais do PS4 e do Xbox One. Sabe-se que eles devem chegar no Brasil oficialmente por iniciativas da Sony e Microsoft juntamente com o resto do mundo, o que deverá inibir o que aconteceu com Playstation 3 no início da geração passada. Na ocasião, o console não tinha um preço sugerido pela Sony no país, o que gerou a oportunidade de varejistas que importassem o produto cobrassem o que quisessem pelo videogame, com situações absurdas como a venda por R$ 7 ou 8 mil. É razoável, pelo histórico do país, esperar um console caro, na casa dos R$ 2 mil, ou até R$ 2,5 mil, graças aos altos impostos tradicionais, mas pelo menos os exageros devem ser evitados.

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