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Você é sugestionável? O teste Gudjonsson pode responder


Sugestionável é um adjetivo usado para caracterizar pessoas podeos sugestionar, influenciar. Aquela fácil de convencer e ser levada àquilo que os outros desejam, como atitudes, opiniões, etc. É a tal da falta de pulso firme para manter decisões, ideias e até mesmo histórias. Pessoas sugestionáveis muitas vezes mudam de ideia sob pressão, até mesmo em situações crucialmente importantes, como interrogatórios policiais.
A questão é: quanta pressão é necessária para fazer alguém mudar de ideia? A escala de sugestionabilidade do teste “Gudjonsson” nos ajuda a descobrir.

Você é sugestionável?

Gísli Hannes Gudjonsson foi professor de psicologia forense por um tempo e, durante esse período, ficou verdadeiramente fascinado com a ideia de memória, e quantas vezes memórias específicas podiam ser alteradas. E durante seu longo período de estudos e pesquisas sobre o assunto, ele descobriu que a memória é especialmente sugestionável em indivíduos com baixo nível intelectual, o que levou um grande número de pessoas com deficiência metal a confessar crimes que não cometeram.
Sendo assim, como interrogadores policiais podem distinguir pessoas que cedem à pressão de um interrogatório e são realmente culpadas, das que cedem à mesma pressão por serem sugestionáveis, mas na verdade são inocentes? Para ajudar nesses casos, o professor Gudjonsson desenvolveu a escala Gudjonsson de sugestionabilidade.
Ela é composta por uma série de testes que tem como objetivo principal ver quão fácil um assunto pode se perder na memória de alguém.

A escala Gudjonsson de sugestionabilidade

O teste mede dois fatores principais: “rendimento” e “mudança”. O “rendimento” é o grau em que uma pessoa vai simplesmente concordar com as principais perguntas. Se alguém pergunta: “você não acha que X é um pouco mandona demais para ter esse trabalho?”, é mais fácil apenas dizer “eu acho”, do que “não, eu não concordo”. (Você deve estar se perguntando: quem nunca? Pois é. Todo mundo faz isso de vez em sempre, seja para evitar algum desgaste no ambiente de trabalho ou evitar uma discussão desnecessária com um desconhecido na fila do mercado. O problema é que algumas pessoas fazem isso quando os riscos são maiores, como, por exemplo, em um interrogatório policial, como já mencionamos.)
O fator “mudança” envolve pessoas que ligeiramente mudam suas respostas quando percebem, ou supõem, que o interrogador não está satisfeito com o que está ouvindo. Às vezes, basta repetir a pergunta várias vezes para perceber como a história vai se transformando. Crianças são especialmente suscetíveis a isso, principalmente porque aprendem que se são convidadas a fazer alguma coisa de novo, é porque fizeram algo de errado. Mas quase qualquer um que sente que suas respostas não estão sendo bem recebidas irá tentar suavizá-las de alguma forma, seja respondendo com outras perguntas ou ressaltando possíveis limitações nas perguntas feitas.

Como bem avaliar a suscetibilidade das pessoas em situações práticas?

A escala Gudjonsson não é totalmente incontroversa, mas tem resistido a vários testes. De qualquer forma, a resposta a esta pergunta é: depende. Mesmo supondo que o teste seja totalmente preciso, diferentes estados mentais – incluindo falta de sono, estresse, medo e até algum tipo de intoxicação – podem interferir no resultado de uma pessoa. Assim, ela pode acabar sendo considerada suscetível em um teste, mas não em outro.
Mas, com essa escala, definitivamente podemos ter uma noção melhor sobre o assunto. Para ter alguma ideia sobre se você é suscetível ou não, a melhor coisa a fazer é observar suas atitudes em situações como as propostas por Gudjonsson, e perceber qual é seu “rendimento” e sua “mudança” em atitudes do dia a dia. [io9]

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