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5 DICAS PARA SEU NEGÓCIO FAZER O SUCESSO NA INTERNET

Segundo a publicitária Ana Nubié, sócia diretora da Elocc, todos os negócios precisam ter presença forte nos meios digitais

Sites, redes sociais e anúncios na internet: veja o que a especialista recomenda para seus negócios (Foto: Divulgação)

A internet vem crescendo e, cada dia mais, sendo importante em todas as áreas. Para ser bem sucedido nos negócios, é imprescindível ter boa presença digital. Essa é a dica de Ana Nubié, sócia diretora da Elocc, agência especializada em publicidade digital.

Em entrevista, Ana dá algumas orientações para seu negócio fazer sucesso na internet e, consequentemente, fora dela também.

1. Tenha um bom site


Por mais que você acredite que seu negócio não precise abordar o online, Ana é categórica: “Hoje em dia 100% dos negócios têm a ver com digital, mesmo sem ser e-commerce”.

Mesmo com a intenção de visitar o negócio físico, muitas pessoas pesquisam o estabelecimento comercial na internet para ter informações e saber preços, por exemplo.

“Você pode não ter loja na internet, mas a concorrência na internet está afetando a sua loja física”, afirma Ana. Por isso mesmo que o empreendedor não opte por ter um e-commerce, ele precisa estar presente na internet, com um caminho que possa levar à venda física.

Além de dar informações para os seus possíveis clientes, um site da empresa é o local em que você pode capturar informações deles, como o e-mail em um cadastro, lembra.

Para isso, não basta apenas ter um site. Ele precisa ter um bom design e ser voltado para a plataforma mobile, já que a maioria das pessoas acessa a internet por smartphones, hoje em dia.

2. Esteja presente e atualize as redes sociais


Redes sociais são essenciais para um negócio. Entre tantas opções, a publicitária afirma que todas as empresas precisam ter perfis ao menos Facebook e Instagram.

O LinkedIn é outra das redes recomendadas pela sócia da Elocc, mas depende do tipo da empresa. Um dos casos em que a especialista acha importante ter a rede social é se você tem a necessidade de contratar pessoas constantemente. “Ter conteúdo sobre a empresa no LinkedIn faz com que pessoas competentes se sintam estimuladas a trabalhar com você”, diz Ana.

Outro exemplo da especialista é se você vende roupas ou sapatos sociais, por exemplo. Assim, poderia criar uma conta no linkedin e dar dicas de como se vestir no trabalho.

O conteúdo e a frequência de atualização das redes também deve variar de acordo com gênero da empresa. Ana dá alguns exemplos. Se for dono de uma padaria e todo dia tiver um bolo diferente, é coerente publicar em suas redes, diariamente, o sabor do bolo.

Já em um salão de beleza, por exemplo, você pode atualizar as redes quando tiver alguma promoção e na véspera do fim de semana, quando as pessoas mais buscam o negócio.

3. Conheça seu público


“A relevância de conteúdo varia. O que é interessante pra um pode não ser para o outro”, diz Ana Nubié. Por isso, é preciso conhecer muito bem o público alvo, aquele com o qual deverá se comunicar nas redes sociais.

O público interfere não só no conteúdo, como na linguagem que deve ser utilizada nas redes. “Empresa é uma entidade, seus canais de comunicação têm que refletir a imagem que você quer que ela tenha”, afirma a publicitária.

4. Invista em anúncios


“Se você quer atingir seu público dentro do Facebook ou Google, terá que promover esse conteúdo”, diz Ana. Há muitas pessoas nas redes sociais e na internet em geral e o alcance orgânico costuma ser baixo.

Se você não fizer seu negócio impactar o público alvo, outras empresas farão. Por isso, Ana sugere sempre separar um percentual do faturamento para investir em publicidade e mídia.

Para que o investimento não seja em vão, a especialista recomenda que as campanhas sejam bonitas: “Elas têm que fazer o consumidor querer interagir”.

5. Tenha um bom e-commerce


Caso você realize vendas pela internet, sua presença na internet precisa ser ainda mais expressiva. Valem as mesmas recomendações de um site bem feito e presença correta nas redes sociais, mas Ana Maria afirma que é preciso ter atenção a uma outra característica: a experiência do usuário na compra.

Os passos que o usuário deve completar até chegar na conclusão da compra devem ser simples. “Uma experiência do usuário mal feita é como o cliente entrar na loja, não achar o caixa e, quando achar, ter uma fila gigante e lá no fundo”, compara Ana Maria.

Ela salienta que isso não depende só de layout. É preciso se atentar a todo o caminho que o consumidor percorre até finalizar a compra, investigar quando alguns clientes desistem da compra e qual o motivo.

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